Com promessa de pagamento, rodoviários das cooperativas MCS e Cootarde retornam ao trabalho nessa terça-feira [13). A greve, que durou respectivamente doze e dezesseis dias, ocorreu em função do atraso no 13° salário e no auxílio cesta básica, benefícios referentes ao mês de dezembro. De acordo com o dirigente do Sindicato dos Rodoviários, Diógenes Sousa, […]
Com promessa de pagamento, rodoviários das cooperativas MCS e Cootarde retornam ao trabalho nessa terça-feira [13). A greve, que durou respectivamente doze e dezesseis dias, ocorreu em função do atraso no 13° salário e no auxílio cesta básica, benefícios referentes ao mês de dezembro.
De acordo com o dirigente do Sindicato dos Rodoviários, Diógenes Sousa, os diretores das cooperativas se comprometeram a depositar os valores de R$ 500 para os motoristas e R$ 300 para os cobradores ainda nessa terça-feira e completar o débito com a arrecadação diária até o fim da semana.
A cooperativa MCS possui 50 micro ônibus e é responsável por oferecer transporte público para a população das cidades de Riacho Fundo I, Riacho Fundo II, Recanto das Emas, Guará e Estrutural. A Cootarde, que possui a mesma quantidade de veículos (porém são ônibus convencionais), liga as cidades de Gama e Santa Maria ao Plano Piloto.
Apesar do retorno dessas duas cooperativas, a Alternativa, que atende a região de Brazlândia, completou seis dias de greve e, até agora, os trabalhadores ainda não têm previsão de quando vão receber os salários, 13° e auxílio cesta básica, atrasados desde o mês de dezembro.
De acordo o dirigente do Sindicato dos Rodoviários, após passar 27 dias em greve por atraso nos salários e benefícios, a Copatag, cooperativa que atende à população de Santa Maria e Gama, está circulando com apenas 20 dos 50 micro ônibus que compõem sua frota. O motivo alegado é a condição dos veículos, que estão passando por vistorias.
CUT Brasília